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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Em português, "The Witcher 3" é RPG épico acessível para todos


Produção mais ambiciosa da CD Projekt Red, "The Witcher 3: Wild Hunt" marca uma mudança de postura da produtora polonesa. Visando um público maior, o jogo é mais acessível para os jogadores recém-chegados do que os dois títulos anteriores.
Não, "The Witcher 3" não é um jogo fácil. Jogar na dificuldade "Normal" é bem mais desafiador do que outros games do gênero, como "Dragon Age" ou "Skyrim". Nos níveis de dificuldade mais elevados, a experiência é similar a de um "Dark Souls" ou "Diablo III" no famigerado modo Hardcore, onde só se vive uma vez.
A acessibilidade aqui envolve apresentar o game, seus personagens e objetivos de forma clara para todos - não importa se é o primeiro "Witcher" da sua vida, se você é um veterano dos computadores ou um leitor ávido dos romances de Andrzej Sapkowski.
Caçador de monstros
No game, você controla o bruxo Geralt. A aventura começa no castelo Kaer Morhen, uma área onde os feiticeiros praticam suas artes de combate e magia. No mundo de "The Witcher", os feiticeiros são guerreiros dotados de habilidades mágicas e reflexos sobrenaturais. Tidos como aberrações pelas pessoas comuns, eles vivem isolados e ganham a vida caçando monstros.
Essa sequência inicial faz ás vezes de tutorial, pois Geralt precisa treinar a jovem Ciri, uma aprendiz de feiticeira mal saída da infância. Além de ser mais legal do que blocos de texto para ensinar as mecânicas básicas do game (combate, magia, inventário), a cena permite desenvolver vínculos com outros personagens. Ao fim do tutorial, você já sabe que em "The Witcher 3" Geralt está procurando por Yennefer, ele é acompanhado por um bruxo mais velho e amigo de longa data e que Ciri é uma jovem aprendiz muito importante para o feiticeiro.
Nas horas seguintes, viajamos pelos Reinos do Norte na busca por Yennefer, a mulher "com cheiro de lilás e groselha". Por um descuido meu, Geralt ficou bêbado em uma estalagem. Mesmo a visão turva não o impediu de nocautear alguns fanfarrões que fizeram comentários preconceituosos sobre o bruxo ser uma "aberração".
Passada a bebedeira, decidi dar um tempo na missão principal e realizar alguns contratos, conversar com o povo nas ruas e caçar monstros nos pântanos. Vale notar, embora a versão jogada já estivesse defasada (era uma 'build' de janeiro, diferente do game quase finalizado de hoje), o jogo já estava todo em português - e muito bem dublado.
Cavalgando pelo cenário, dei de cara com várias missões e personagens curiosos, como uma velha assustadora que queria sua frigideira roubada de volta, um mercador que tentou enganar Geralt sobre uma carroça roubada e após um dia e uma noite perambulando e lutando contra monstros aleatórios, descolei um contrato para caçar um grifo. Essa missão se dividiu em várias etapas, desde rastrear a criatura, investigar seu ninho para descobrir mais sobre a ameaça e até buscar ingredientes para construir uma armadilha.
O confronto com o grifo foi bem empolgante, principalmente por mostrar o quanto o sistema de combate de "Wild Hunt" é superior ao dos "Witcher" anteriores. Você maneja a espada com ataques rápidos e fortes, bloqueia e se esquiva com agilidade. Com a outra mão, Geralt lança várias magias (e sacar qual é a mais apropriada para a situação é parte da brincadeira). Tudo isso rola fácil e de forma fluída - cavalgar é mais difícil do que lutar, o controle da montaria lembra Agro, de "Shadow of Colossus".
Geralt também pode usar uma besta, novidade na série e que num primeiro momento causa estranheza até no feiticeiro. Tradicionalmente, os bruxos usam apenas suas duas espadas e a magia para abater os inimigos, mas pelo jeito, os tempos são outros. A arma é útil, principalmente contra inimigos alados.
Tramas complexas
Um elemento importante em "Wild Hunt" é que tudo no game é mais complexo, em termos de narrativa, do que parece. Cada pequeno encontro rende um bom diálogo e traz novas informações sobre os personagens. Uma herborista na floresta se revela uma garota cheia de energia e posições políticas fortes. Um comandante militar do exército invasor é um fazendeiro com mais compaixão do que os aldeões de quem tomou as terras.
É fascinante conversar com os personagens de "The Witcher 3" e aos poucos ir descobrindo mais sobre suas vidas e o mundo onde estão inseridos. Algumas missões paralelas terminam deixando mais perguntas do que respostas. A velha da frigideira, por exemplo, é alguém que deve voltar a aparecer em uma missão posterior.
Talvez o melhor das tramas de "The Witcher 3" é que não há uma linha clara entre bem e mal. Nesse aspecto, o jogo se assemelha muito mais ao seriado "Game of Thrones" do que a outros jogos de fantasia medieval, como os concorrentes "Dragon Age" e "Elder Scrolls".

FAZENDO A COISA CERTA

  • Divulgação
    Para tornar "The Witcher 3" acessível ao público brasileiro, a CD Projekt investiu pesado na localização do game. Segundo o coordenador Alex Boiret, o processo levou um ano para ser concluído. "Sempre que uma missão do jogo ficava pronta, já passávamos para o estúdio em São Paulo". O game conta com um dos maiores times de dubladores em um projeto do tipo, entre eles Sérgio Moreno, voz bem conhecida de quem joga games em português - o ator está em "Far Cry 4", "Watch Dogs" e "Assassin's Creed Unity".
"The Witcher 3: Wild Hunt" sai em 19 de maio para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Com sexo e violência, "The Witcher 3" é "Game of Thrones" dos jogos


Um reino devastado por uma guerra tem suas estradas pontuadas por rebeldes enforcados. Intrigas da corte influenciam a vida de nobres e camponeses, amantes transam sempre que possível e monstros sombrios espreitam nas florestas.
Parece uma sinopse de "Game of Thrones", da HBO, mas é um resumo do que você vai encontrar em "The Witcher 3: Wild Hunt", jogo que sai para PC, PlayStation 4 e Xbox One em maio.
"Comparar 'The Witcher' com 'Game of Thrones' é válido", disse Alex Boiret, da CD Projekt, em entrevista. "Em ambos os casos são histórias de fantasia, mas com uma atmosfera sombria e se passa em um mundo onde as coisas não são preto e branco, nunca está claro se alguém é bom ou mau. É um lugar de sofrimento, como todo lugar onde há uma guerra".
"Há heróis nesse mundo, mas no fim do dia, será que eles são mesmo heróis?", pergunta o desenvolvedor. "Não há heróis de verdade em 'Game of Thrones' e é a mesma coisa aqui. Geralt [o protagonista do game], é um feiticeiro, um caçador de monstros profissional. Não vemos ele se proclamando um herói". O jogo também tenta ser impiedoso com os personagens, característica vista também na série da HBO. "Às vezes pessoas boas morrem", avisa Boiret.

EA fechará servidores de "FIFA World", "Battlefield Heroes" e mais em julho


A Electronic Arts revelou nessa quarta-feira (15) que encerrará os serviços de quatro de seus games 'free-to-play' para PC, incluindo "FIFA World", no dia 14 de julho.
"Battlefield Heroes", "Battlefield Play4Free" e "Need for Speed World" serão os outros três jogos que irão parar de funcionar.
"Esses jogos já não são mais populares quanto foram em outros tempos", disse a empresa em comunicado. "Então hoje anunciamos que tomamos a difícil decisão de cessar o desenvolvimento e encerrar o suporte dos games".
A partir do anúncio, a EA já não permite mais que usuários registrem novas contas nos games, e interrompeu a venda de moedas compradas com dinheiro real.
No mesmo comunicado, a produtora garantiu que "Star Wars: The Old Republic" continuará ganhando suporte através de atualizações com novo conteúdo ao longo do ano.

Após alta procura, mais salas de cinema do país exibirão de final de "LoL"


Após ver a alta procura por ingressos para as salas de cinema que exibirãoa final da 1ª etapa do Circuito Brasileiro de "League of Legends", a Riot Games decidiu abrir mais salas para a transmissão do evento.
Fãs poderão acompanhar as disputas entre INTZ e Keyd Stars em 21 salas espalhadas pelo país, e não em apenas 10 como anunciado originalmente.
Passaram a ser contempladas com sessões também as cidades de Aracaju, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, Guarulhos (SP), Maceió e Natal.
No momento da publicação dessa nota, os ingressos para a sessão em Aracaju já estavam esgotados.
Interessados podem comprar os ingressos, que custam R$ 30, pelo site do Cinelive.
A série melhor de 5 entre INTZ e Keyd Stars acontecerá no dia 18 de abril, em Florianópolis, a partir de 13h no horário de Brasília. Como de costume, fãs poderão acompanhar as partidas ao vivo de casa nos canais da Riot nos serviços TwitchAzubu e YouTube.

NOVAS SESSÕES DE "LOL" NO CINEMA

CIDADECINEMA
Maceió (AL)Centerplex Maceió
Natal (RN)Natal
Guarulhos (SP)Guarulhos
Campo Grande (MS)Campo Grande
Cuiabá (MT)Cuiabá
Fortaleza (CE)Centerplex Via Sul
Aracaju (SE) (esgotado)Cinemark Riomar

Ator de "Aliens" vai fazer advogado "anti-GTA" em drama da BBC


De acordo com o site The Holywood Reporter, o ator Bill Paxton, famoso por seus papéis em "Aliens - O Resgate", "Twister" e "No Limite do Amanhã", está cotado para interpretar o infame advogado americano Jack Thompson no drama da BBC sobre a criação da série "Grand Theft Auto".
O site diz que Paxton está "em negociações" para viver Thompson, que durante a década de 2000 ganhou fama e ódio da comunidade gamer ao tentar banir jogos violentos das lojas - em especial títulos da Rockstar Games, como "GTA: San Andreas" e "Manhunt 2".
Conhecido por declarações hiperbólicas - chegando a dizer que games violentos como "GTA" eram "simuladores de assassinato" - e por ações pouco ortodoxas, como enviar uma carta à mãe do CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, declarando que o filho estaria fazendo todo o possível para vender cópias de "GTA IV" para meninos adolescente, Thompson teve sua licença de advocacia no Estado da Flórida cassada em 2008.
O filme da BBC procurará recriar o embate legal entre Thompson e o cofundador da Rockstar Games, Sam Houser, que segundo rumores será interpretado por Daniel Radcliffe, de "Harry Potter".
A BBC não divulgou uma data de lançamento para o drama televisivo. No Brasil, os programas da rede britânica são exibidos no canal pago BBC HD.

Próxima atualização de "Bloodborne" promete reduzir tempo de carregamento


Desde o lançamento, no final de março, "Bloodborne" tem recebido como principal crítica o seu tempo extremamente longo de loading, chegando a demorar 40 segundos para iniciar uma nova sessão. Levando isso em conta, a Sony declarou que o patch 1.03 do jogo tentará corrigir parte deste problema.
"O update 1.03 visa reduzir certos tempos de load além da otimização de performance", escreveu o produtor Masaaki Yamagiwa, da Sony Computer Entertainment Japan. "O patch também resolve um problema que resultou em comportamento de jogo anormal após horas contínuas de jogo".
Embora não tenha deixado claro, Yamagiwa provavelmente se refere ao fato de, após jogar o game por longos períodos de tempo, os inimigos e chefes se tornam significativamente mais lentos e reduzem o uso de suas diferentes habilidades.
Segundo o produtor, o patch deverá ser disponibilizado até o fim de abril, embora ainda não tenha uma data específica para seu lançamento.
Sangue ruim
"Bloodborne" conta a história de um aventureiro em sua jornada até a cidade gótica de Yharnam, um lugar famoso por abrigar remédios e curas para as mais diversas doenças e aflições.
Ao chegar nos portões, no entanto, o protagonista descobre que os habitantes da cidade viraram monstros, dispostos a aniquilar qualquer um que se aproxime.
Exclusivo do PS4, "Bloodborne" tem dublagem, legendas e menus em português.

Com show de Pitty, "Mortal Kombat X" terá lançamento hoje dia 16/04/2015 em SP


Para comemorar o lançamento oficial de "Mortal Kombat X" no Brasil, que acontece hoje, quinta-feira (16) no Brasil, a distribuidora Warner Bros. e a Saraiva vão promover um pocket show da cantora Pitty, dubladora da personagem Cassie Cage no novo episódio da clássica franquia de luta.
As primeiras 150 pessoas que comprarem um cópia das versões de PS4, Xbox One e PC na Saraiva MegaStore do Shopping Center Norte, em São Paulo, garantem um ingresso para o show, que também acontece no dia 16, às 20h, no mesmo local.
A abertura da loja, para venda do jogo e troca das notas fiscais por pulseiras que garantem ingresso ao show acontecem à partir das 10h.

Em um mês, "Cities: Skylines" alcança 1 milhão de cópias vendidas


Em cerca de um mês, o simulador"Cities: Skylines" bateu a marca de 1 milhão de cópias vendidas, segundo a publisher Paradox Interactive.
Lançado em 10 de março, o jogo da Colossal Order ("Cities in Motion") acabou caindo nas graças do público por sua jogabilidade e suporte à modificações criadas por usuários.
"Continuamos a ficar impressionados com o quanto jogadores abraçaram 'Cities: Skylines'", declarou o CEO da Paradox, Fredrik Wester. "O jogo está sendo vendido em um ritmo estável, o que é impressionante para um título que está à venda há mais de um mês".
Wester também celebrou a popularidade do jogo e do PC como plataforma em seu Twitter: "Um milhão de unidades em um mês, e há dez anos PC Gaming era declarado como morto".
O simulador já havia se mostrado surpreendentemente popular logo após seu lançamento, quando alcançou 250 mil cópias vendidas em menos de 24 horas.
"Cities: Skylines" está disponível para PC via a plataforma digital Steam.

"Lara Croft: Relic Run" é "Tomb Raider" gratuito e mobile


Antes da chegada de “Rise of the Tomb Raider”, os fãs de Lara Croft poderão matar a saudade da mais famosa arqueóloga dos games em “Lara Croft: Relic Run”, jogo gratuito destinado às plataformas móveis, ao estilo corrida infinita, como os sucessos “Temple Run” e “Homem-Aranha: Sem Limites”.
O título é obra da produtora Simutronics, a mesma de “Tiny Heroes” e “One Epic Knight”, e terá versões para iOS, Android e Windows Phone.
Apesar da óbvia comparação com “Temple Run”, os produtores do jogo fizeram questão de ressaltar, em um comunicado no blog oficial de “Tomb Raider”, que “Lara Croft: Relic Run” vai muito além do concorrente.
“‘Relic Run’ oferece uma quantidade enorme e diversa de jogo, permitindo uma transição suave entre corrida com movimentos acrobáticos, combate, condução de veículos e lutas épicas com chefes, incluindo o retorno do infame T-Rex”, diz a produtora.
“Lara Croft: Relic Run” não tem data exata de lançamento, apesar de já ter sido lançado sem alarde na Holanda. A distribuidora Crystal Dynamics apenas diz que o jogo chega em breve.

"Bloodborne" vendeu 1 milhão de cópias em 10 dias


Entre o dia de seu lançamento, em 24 de março, e 5 de abril,"Bloodborne" vendeu cerca de um milhão de cópias em todo o mundo, de acordo com a Sony.
As vendas, de acordo com a empresa, levam em conta tanto a versão em disco quanto digital do jogo.
"Estou muito feliz que tantos usuários estejam se divertindo neste mundo extremamente rico e detalhado, a maravilhosa atmosfera melancólica e a tensão palpável de 'Bloodborne'", declarou o presidente da Sony Computer Entertainment Worldwide Studios, Shuhei Yoshida.
Como comparação, o jogo anterior da From Software, "Dark Souls II", vendeu o mesmo número de cópias em três semanas para duas plataformas - o PS3 e o Xbox 360.
Sangue ruim
"Bloodborne" conta a história de um aventureiro em sua jornada até a cidade gótica de Yharnam, um lugar famoso por abrigar remédios e curas para as mais diversas doenças e aflições.
Ao chegar nos portões, no entanto, o protagonista descobre que os habitantes da cidade viraram monstros, dispostos a aniquilar qualquer um que se aproxime.
Exclusivo do PS4, "Bloodborne" tem dublagem, legendas e menus em português.

Em menos de um dia, "GTA V" de PC já vendeu mais de 1 milhão de cópias


Lançado na última segunda-feira (13), a versão para PC de "Grand Theft Auto V" ultrapassou a marca de 1 milhão de unidades vendidas após menos de um dia de disponibilidade.
A informação vem do banco de dados do Steam, que já computava 1.074.894 de cópias do game registradas na manhã dessa terça-feira (14).
A soma não inclui, por exemplo, cópias em disco do jogo, nem aquelas que foram compradas em outras lojas digitais e não registradas no Steam.
Lançada 19 meses após debutar pela primeira vez no PlayStation 3 e no Xbox 360, a versão para computadores de "Grand Theft Auto V" tem como principais novidades o suporte a modificações criadas por fãs e um modo Diretor, no qual é possível montar e editar vídeos utilizando personagens e cenários do game.
O título já está disponível para download com legendas em português, e custa R$ 100.

"HearthStone" já está disponível para smartphones iOS e Android


Após chegar aos tablets no ano passado, o popular card game"HearthStone: Heroes of Warcraft"finalmente está disponível para smartphones com sistemas operacionais iOS e Android.
A versão para celulares traz uma nova interface para o jogo, ideal para uma tela menor. A coleção de cartas será vinculada à conta Battle.net do jogador, e a progressão poderá ser compartilhada entre o jogo no celular,tablets e PC.
Além disso, a Blizzard anunciou que, assim como nos tablets, quem terminar a campanha do jogo por celular receberá como prêmio um pacote de cartas clássicas grátis.
Totalmente em português, "HearthStone: Heroes of Warcraft" pode ser baixado gratuitamente. A segunda expansão do jogo, "Montanha Rocha Negra", será lançada em 2 de abril.

5 coisas que "Call of Duty" deve ter para voltar a ser o maior jogo de tiro


Sequência para o "Call of Duty" que é o mais vendido da história e um dos mais amados pelos fãs da série, o recém-confirmado "Black Ops III" terá a grande responsabilidade de superá-lo quando for lançado no fim do ano.
Em tempos de queda nas vendas da franquia, a Treyarch tentará emplacar mais uma vez a sua trama militar que cobre eventos ocorridos em diversos pontos da história.
Os detalhes sobre "Black Ops III" ainda são escassos, mas enquanto a Activision prepara o grande anúncio para o próximo dia 26 de abril, pensamos em uma lista de coisas que o game precisa fazer para voltar a ser o melhor jogo de tiro em um mundo pós-"Titanfall" e "Destiny".
Veja se você concorda, e nos conte nos comentários!
1. Manter os avanços tecnológicos de "Advanced Warfare"
Em 2014, a Sledgehammer Games conseguiu pontuar a primeira evolução real da fórmula de "Call of Duty" com "Advanced Warfare".
Estrelado por supersoldados munidos de exoesqueletos e armas futuristas, o jogo ganhou um ritmo mais ágil e inteligente tanto na campanha, quanto no multiplayer. Saltos muito altos transformaram os estágios em campos de batalha verticalizados nos quais ficar parado não é uma opção.
Há pistas de que "Black Ops III" irá ainda mais longe no futuro, então é de se esperar que o game dê prosseguimento a essa trajetória. Voltar para a lentidão de um "Ghosts" após sair de "Advanced Warfare" seria muito decepcionante.
2. Trazer de volta a campanha com escolhas
O maior diferencial da campanha de "Black Ops II" em relação aos outros "Call of Duty" era o sistema que dava aos jogadores o direito de realizar escolhas e ditar o rumo da trama de acordo com suas vontades.
Isso precisa voltar.
Por melhor que seja a atuação de Kevin Spacey em "Advanced Warfare", a grandiosidade da campanha do game perde todo o seu impacto com um fim que descaracteriza os personagens.
Com diferentes opções de finais, as chances da narrativa satisfazer os fãs são muito mais altas, já que as escolhas do protagonista estariam registradas e poderiam ser refletidas em sua personalidade.
3. Simplificar as opções de personalização
Ao invés de exagerar na quantidade de opções de personalização presentes para os guerreiros do multiplayer, "Black Ops III" deve encontrar outras maneiras de satisfazer seus fãs mais assíduos.
O número de variáveis dos 'loadouts' de "Advanced Warfare" alienavam jogadores que só queriam dar uns tiros de vez em quando. Era normal encontrar pessoas que sequer saíam das configurações iniciais porque sentiam-se intimidadas pelas montanhas de menus.
Investir pesado em opções cosméticas é legal - mas mantenha as seleções de armas e equipamento leves e de fácil compreensão.
4. Marcar a volta dos zumbis do primeiro "Black Ops"
Surpreendentemente popular no primeiro "Black Ops", o modo Zumbi - ou algo parecido - já virou tradição na série "Call of Duty".
Até agora, porém, nenhum outro game conseguiu fazê-lo tão bem quanto o original.
Enquanto o modo Zumbi de "Black Ops" era uma experiência mais concisa, focada na sobrevivência em mapas pequenos, "Black Ops II" exagerou no fator complexidade. Mapas ficaram grandes e complicados demais, o ritmo ficou muito lento e os jogadores eram obrigados a pensar em coisas demais ao mesmo tempo.
5. Arriscar mais na campanha
O ponto mais alto do modo história de "Advanced Warfare" é uma engenhosa missão de espionagem na qual o jogador deve infiltrar uma mansão em um grande estágio aberto.
Na tela, o protagonista não realiza saltos fantásticos nem causa explosões incríveis - mas esse é o ponto do game que mais dá poder ao jogador. Ele tem liberdade para escolher caminhos e bolar diferentes estratégias, e isso diverte muito.
Ao invés de mais uma vez tentar inovar no espetáculo, "Black Ops III" deveria dar um passo para trás e se focar na diversão. Uma missão diferente e criativa, mas calma, é muito mais satisfatória do que uma corrida explosiva através de um corredor. E disso a série já teve o suficiente.

ASSISTA AO TEASER DE "CALL OF DUTY: BLACK OPS III"

Novo modo de foto de "The Order" permite carregar filtros para o gameplay


Assim como outros jogos exclusivos do PS4, como “The Last of Us Remastered” e “Infamous: Second Son”, o jogo de ação "The Order: 1886" agora conta com um modo de fotografia, no qual os jogadores poderão salvar e compartilhar imagens, em qualquer momento do jogo.
O modo é acessível através do toque no touchpad do DualShock4. Nele, jogadores poderão mover a câmera livremente por grande parte do cenário no qual se encontram, além de contar com diversas opções de customização das imagens, como foco, profundidade focal, brilho, contraste, ajuste de reflexo nas lentes e uma série de filtros pré-estabelecidos.
A característica mais inédita do modo, no entanto, é a possibilidade de carregar as configurações de imagem para o jogo completo, como bem mostra o trailer lançado pela produtora Ready at Dawn.
Exclusivo para PS4
"The Order" é um jogo de tiro em terceira pessoa com uma ambientação bem original: a Londres vitoriana em uma versão "steampunk", uma espécie de realidade alternativa com muita tecnologia "antiquada", ao estilo dos romances de Julio Verne.
O jogador controla Sir Galahad, um dos membros da Ordem, um grupo de cavalheiros que luta contra as forças das trevas e os inimigos do Império Britânico e que descende da lendária Ordem da Távola Redonda.
"The Order: 1886" é dublado e legendado em português.

"Sonic 2", "Gunstar Heroes" e mais ganharão versões 3D para o 3DS


Através de seu site oficial, a SEGA revelou nesta terça-feira (14) que "Sonic the Hedgehog 2", "Gunstar Heroes" e "Streets of Rage 2", três originais do Mega Drive, ganharão versões 3D para o Nintendo 3DS.
Os lançamentos exclusivamente digitais farão parte da linha 3D Classics da produtora, que já inclui títulos como "3D Sonic the Hedgehog", "3D AfterBurner II", "3D OutRun", "3D Space Harrier", e vários outros.
Assim como os jogos anteriores da série, as três recém-anunciadas conversões terão gráficos recriados para funcionar com o efeito 3D do portátil da Nintendo, além de novos modos e opções não presentes nos lançamentos originais.
Por US$ 6 cada, "3D Streets of Rage 2", "3D Gunstar Heroes" e "3D Sonic the Hedgehog 2" serão lançados em julho, agosto e setembro, respectivamente.
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