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quinta-feira, 23 de abril de 2015

"Queremos ser o Barcelona do 'League of Legends'", diz manager da INTZ


Os times importam jogadores, trazem técnicos de fora. Há uma categoria de base, há a primeira divisão e os campeonatos internacionais. Os jogadores moram juntos, vivem em concentração intensa na época das partidas mais importantes. Futebol? Não, “League of Legends”.
É comum comparar “League of Legends” com futebol, principalmente para explicar o game para os leigos. “É a melhor analogia, sempre funciona e todos entendem”, comenta Lucas Almeida, manager do time INTZ em conversa.
“Eu faço analogias com futebol o tempo todo, até mesmo nas conversas com o time”, conta Lucas, que reconhece, porém que nem sempre os jogadores entendem de cara a comparação. “Eles não torcem para time nenhum, durante a Copa do Mundo preferiam ver replays de partidas de ‘LoL’ aos jogos do Brasil”.
Com um investimento elevado no eSport, a INTZ conta hoje com 45 jogadores (não só de “League of Legends”, mas de “Smite”, “Counter Strike GO” e outros games). “Temos times de tudo que é competitivo, mas ‘League' é o carro chefe”, diz Lucas. Entre jogadores, técnicos e outros, a empresa conta com cerca de 70 funcionários.
Curiosamente, a INTZ não tem nenhum jogador estrangeiro, apenas o recém-contratado técnico Alexander "Abaxial" Haibel. Lucas reconhece que a presença de coreanos em times brasileiros aumenta o nível da competição, mas com ressalvas.
“O que eles aprendem no Brasil, levam embora quando voltam para a Coreia. Com um técnico de fora, ele vai agregar ao jogo do nosso time e eles vão aprender novas estratégias. Vão se fortalecer”, diz Lucas.
“Não queremos ser o Real Madrid, queremos ser o Barcelona”, compara o manager em uma inevitável analogia com o futebol. “Ao invés de reunir craques de vários países, preferimos aprimorar os nossos jogadores, criar nossos próprios craques”.
eSport FC
Associar futebol e “League of Legends” não é algo que fica só no campo das comparações. Na Turquia, o principal time de “LoL" é o Besiktas - que faz parte de um dos principais clubes de futebol de Istambul.
No Brasil, a INTZ já conversou com alguns clubes. “É preciso convencer os clubes de que assim vão atrair fãs para a marca, atrair um novo público para o clube de futebol”, diz Lucas, que não entra em detalhes sobre os possíveis parceiros futebolísticos.
Até o momento, porém, a conversa não rendeu frutos. “Envolve muita negociação pela licença da marca”.

Venda de jogos 'inacabados' ganha milhões de adeptos; entenda o fenômeno


Após o boom dos jogos independentes, muitos desenvolvedores começaram a procurar formas de criar e financiar seus novos projetos sem a necessidade de publishers ou empresas para distribuição.
Enquanto alguns experimentaram o financiamento público via Kickstarter, outros seguiram um caminho similar ao utilizado em “Minecraft”, cobrando jogadores por uma versão em progresso do game, ajudando no desenvolvimento do jogo via testes e sugestões.
Foi com isso em mente que, em 2013, a Valve iniciou o programa Acesso Antecipado para o Steam, que encontrou sucesso com games como “DayZ”, “H1Z1” e “Kerbal Space Program”, títulos que já superaram a marca de um milhão de cópias vendidas na plataforma antes mesmo de um lançamento "oficial". Não só isso, também foi responsável pela popularização e expansão dos chamados "jogos de sobrevivência".
O programa traz uma série de vantagens e oportunidades tanto para desenvolvedores quanto para os próprios jogadores, que, em situação ideal, ajudam a criar o produto final em conjunto, testando e refinando suas mecânicas.


    Por outro lado, este sistema também gerou grandes fracasssos e controvérsias, que mostram que o conceito ainda tem fragilidades preocupantes.
    Esforço conjunto
    A proposta do Acesso Antecipado pode ser um pouco difícil de engolir para boa parte do público, já que inicialmente o jogador paga por uma versão incompleta do game, servindo como fonte de renda e “cobaias” para as diferentes mecânicas planejadas para o jogo completo.
    “Eu não via com bons olhos, pensava que queriam vender algo que não era tão bom [só] para fazer dinheiro”, diz Petar Neto, 27 anos, youtuber do canal FallenTV. “Depois de algumas experiências recentes vejo o Acesso Antecipado de forma totalmente diferente: Acredito que é uma forma de alavancar um bom projeto para se tornar excelente quando for finalizado”.
    Para pessoas como Petar, um dos principais atrativos de jogar um game em Acesso Antecipado é não só presenciar como participar da evolução do título, opinando e testando novas mecânicas assim que forem implementadas. É o caso, por exemplo, do sucesso mais emblemático do programa: “DayZ”.
    “No Reddit os desenvolvedores e a comunidade interagem muito em relação ao que está sendo feito e o que será feito no futuro”, explica. Em “DayZ”, por exemplo, os desenvolvedores começaram com poucos zumbis, refinando a velocidade e força das criaturas conforme o retorno e opiniões dos jogadores. “Mais recentemente, na versão 0.55, eles implementaram hordas de zumbis, mexendo no metagame para diminuir o PvP e aumentar os elementos de ‘sobrevivência’”.
    Às vezes, isto pode até mudar a direção do design de um jogo, como é o caso de “Rust”, jogo que começou como um game com zumbis, tal qual “DayZ”, mas que mudou seu foco para se diferenciar da competição.
    “Nem sei se o jogo pode ser mais classificado como sobrevivência já que após a mudança virou apenas PvP”, opina Petar.
    Questão de sobrevivência
    Embora o catálogo do Acesso Antecipado já tenha incluido títulos de diversos gêneros - desde RPGs como “Wasteland 2” aos simuladores “Kerbal Space Program” and “Besiege” -, o maior sucesso do programa está na ascensão dos jogos de sobrevivência, que geroumais de 1 milhão de vendas para “DayZ” e mais recentemente “H1Z1”.
    Estes jogos procuram seguir nos passos de "Minecraft", que popularizou o conceito de criação de itens e estruturas com uma experiência de sobrevivência contra inimigos. Por ser um subgênero mais eclético, é possível encontrar variados tipos de jogos assim, desde shooters com visual realista como "DayZ" (que começou a vida como um mod de "Arma II") até o mais cartunesco "Don't Starve".
    Para o público destes jogos, o principal atrativo são a variedade de mecânicas diferentes implementadas (e adicionadas) em cada um deles, o que os tornam ideias para o formato do Acesso Antecipado.
    "Até por 'DayZ' existir antes de 'H1Z1', acredito que serviu de modelo, e a Sony Online quis se focar em pontos 'negativos' ou 'inacabados' do outro, como veículos, por exemplo", explica Petar.
    Já outros jogos tem um foco maior na sobrevivência em ambientes de condições extremas, como “The Forest”, que coloca o jogador no papel de um sobrevivente de uma queda de avião, ou “The Long Dark”, em que deve-se superar o frio e as criaturas selvagens para viver outro dia.
    De certa forma, o gênero de sobrevivência tornou-se uma parte integral do Acesso Antecipado, ao ponto de jogadores como Petar não comprarem outros tipos de jogos pelo programa.
    “Não vi nenhum que chamou a atenção tanto assim a ponto de adquirir para jogar, mas continuo atento para novidades”, disse.
    Riscos
    Embora o programa tenha gerado sucessos e criado um público próprio, é importante notar que, assim como o Kickstarter, dar seu dinheiro para o desenvolvimento de protótipo é uma ideia bem arriscada.
    A verdade é que o desenvolvimento de um jogo é um processo longo e desafiador, com uma série de problemas no caminho, o que pode fazer com que um projeto fique em fase de testes por anos. É o caso, por exemplo, de “Kerbal Space Program”, um dos primeiros jogos aceitos no Acesso Antecipado, que finalmente será lançado após 4 anos de trabalho por parte do estúdio.
    Em novembro, um estudo conduzido pelo centro de pesquisa EEDAR revelou que, até aquela época, apenas 25% de todos os títulos que participaram do Acesso Antecipado chegaram a ter um lançamento oficial. Dos 9 jogos originais, disponibilizados em março de 2013, apenas três foram lançados até hoje - sendo que o quarto será o já citado "Kerbal Space Program".
    Nem mesmo os grandes sucessos do programa, “DayZ” e “H1Z1”, tem uma previsão de lançamento exata - os desenvolvedores de “DayZ”, em específico, estimam que o jogo será lançado em 2016.
    Isto, por sua vez, dá chance a um risco ainda maior: Projetos fracassam. Seja por malícia, incompetência, ou diversos fatores externos, não há garantias de que o jogo em que você gastou dinheiro venha a se tornar algo completo.
    Um exemplo disso é “The Stomping Land”, jogo de sobrevivência com dinossauros que arrecadou US$ 114 mil no Kickstarter. O game chamou atenção ao entrar no Acesso Antecipado, mas eventualmente a equipe parou de se comunicar com os jogadores, até um dos desenvolvedores revelar que não tinha contato com seu colaborador há meses, e que parte de seu dinheiro nunca foi recebida.
    Outro, talvez ainda mais problemático, seja o de “Spacebase DF-9”, desenvolvido pelo conceituado estúdio Double Fine (de “Psychonauts”). Idealizado como um simulador de estação espacial, o game teve vendas abaixo do esperado, o que impediu a implementação de diversas ideias para o jogo.
    Ao invés de simplesmente cancelar o projeto, porém, a Double Fine decidiu lançar o game em estado incompleto, disponibilizando parte do código-fonte para usuários trabalharem em sua própria versão do projeto. A decisão causou a ira da comunidade, que financiou diretamente o jogo só para receber um produto patético em troca, além de causar incerteza em todo o modelo do Acesso Antecipado para certas pessoas. “Spacebase DF-9” ainda está à venda no Steam,por R$ 37.
    Mesmo os jogos de mais sucesso sofrem com estes problemas: “H1Z1”, por exemplo, não tem uma reputação exemplar nas análises do Steam, que além de criticar o modelo de microtransações, reclamam de constante presença de hackers nos servidores.
    Medidas de proteção
    Para assegurar que este sistema não seja tomado por desenvolvedores ou jogadores oportunistas, a Valve tem implementado formas de ajudar a comunidade a reconhecer e reportar bons e maus exemplos de jogos em Acesso Antecipado.
    O próprio sistema de críticas, adotado após a grande mudança de layout da plataforma digital em setembro, ajuda outros usuários a descobrir qual é o consenso em relação ao título, e porque ele recebeu esta reputação positiva ou negativa.
    Não só isso, para jogos de Acesso Antecipado, as reclamações também podem servir de incentivo para os desenvolvedores corrigirem erros ou mesmo mudar a direção do projeto. De acordo com Petar - que já considera as críticas de hackers em “H1Z1” um pouco exacerbadas -, a equipe do jogo está trabalhando em formas de lidar com estes problemas.
    “Recentemente o ‘H1Z1’ implementou o "report death" e o monitoramento de atividades suspeitas durante o jogo”, explica. “Assim que você morre é possível reportar e solicitar que o seu caso seja analisado”.
    Para bem ou para mal, a Valve vê potencial no programa, e mesmo com alguns problemas conseguiu encontrar jogadores interessados na ideia de ver um jogo crescer e evoluir com sua ajuda.
    Os riscos e incertezas envolvendo os projetos, porém, podem ser uma barreira significativa para muita gente até que mais grandes jogos sejam lançados por meio do programa, o que não deve acontecer por alguns anos.

    Indústria de games deve movimentar US$ 91,5 bilhões em 2015, diz pesquisa


    De acordo com um relatório divulgado recentemente pela firma de pesquisa de mercado Newzoo, usuários deverão gastar cerca de US$ 91,5 bilhões em jogos ao longo de 2015.
    Somando gastos com jogos tradicionais, 'free-to-play', MMOs, títulos para redes sociais e mobile, o faturamento total da indústria poderá ser 9,4% maior que os US$ 83,6 bilhões observados em 2014.
    Apesar de gastos com jogos para portáteis, como o 3DS e o PS Vita, estarem despencando - a Newzoo espera uma queda de 16% no ramo em relação a 2014 -, outros estilos de mercados de games apresentarão grande crescimento.
    O rendimento de jogos para tablets, por exemplo, deve crescer 27% ao longo do ano. Em smartphones e smartwatches, o crescimento deve ser de 21%.
    As previsões dizem ainda que, com um crescimento esperado de 23%, o mercado chinês de games finalmente pode ultrapassar o americano para tornar-se o maior da indústria, valendo um total de US$ 22,2 bilhões ao ano.
    A Newzoo também espera que o mercado latino-americano de games cresca 18% em relação ao ano passado, passando a valer US$ 4 bilhões.
    A firma de pesquisa planeja divulgar detalhes mais precisos de sua pesquisa no dia 8 de junho.

    "Total War: Warhammer" será uma trilogia, revela estúdio


    Após meses de especulações, a Creative Assembly confirmou nesta quarta-feira (22) que está desenvolvendo "Total War: Warhammer" para PC.
    Em seu anúncio, o estúdio revelou que já tem planos para uma trilogia de games da linha, que combinará a clássica mitologia criada pela Games Workshop com o estilo de jogo de estratégia por turnos da série "Total War".
    O primeiro dos games, previsto para 2015, retratará os conflitos entre quatro facções: o Império, liderado por Karl Franz; a tribo de Grimgor Ironhide, com seus Goblins e Orcs; os anões guiados por High King Thorgrim; e os Vampire Counts que seguem Mannfred von Carstien.
    O anúncio marca a primeira vez que a série "Total War" tratará de batalhas no campo da fantasia. Jogadores deverão controlar exércitos formados não apenas por soldados, mas também por dragões, magos e outras criaturas místicas.
    "Sempre tivemos um fascínio pelo universo 'Warhammer', e estávamos muito ansiosos para fazer um jogo como os que costumamos fazer com essa mitologia", disse o responsável pelo projeto, Ian Roxburgh. "Vamos recriar esse universo de uma maneira nunca antes vista".
    De acordo com Roxburgh, o game será compatível com os sistemas operacionais Windows, Mac e SteamOS.

    BBC confirma Daniel Radcliffe e Bill Paxton em drama sobre "GTA"


    Após rumores, a transmissora britânica BBC confirmou que os atores Daniel Radcliffe ("Harry Potter") e Bill Paxton ("Aliens - O Resgate", "No Limite do Amanhã")estrelarão um drama que retratará a popularidade e controvérsias envolvendo a série "Grand Theft Auto".
    Com título provisório de "Game Changer", o drama de 90 minutos deverá mostrar como a série alcançou o status de ícone da cultura pop - com a BBC declarando a franquia "possivelmente a maior história de sucesso da codificação britânica desde de Bletchley Park", em referência ao instituto de decodificação de segredos durante a Segunda Guerra Mundial.
    No filme, Radcliffe interpretará o cofundador da Rockstar Games, Sam Houser, descrito como "o gênio criativo de 'GTA'" pela BBC, enquanto Paxton fará o controverso advogado americano Jack Thompson, que causou a ira da comunidade gamer ao tentar banir os jogos da série por seu conteúdo violento.
    "'Game Changer' [título provisório] conta a história de um capítulo extraordinário no histórico deste jogo icônico, e revela seu impacto significativo na paisagem cultural".
    A BBC não deu uma data para a estreia de "Game Changer". No Reino Unido, o drama será transmitido pelo canal BBC Two.

    Jogos pagos podem ficar ainda mais caros através de microtransações


    Você lembra do truque das 99 vidas do "Sonic 2"? Do código da Konami? Há algum tempo, era normal ver "dicas de jogos" em capas de revistas de videogames. Isso aos poucos foi sumindo até que, mais recentemente, voltaram com tudo, mas numa forma um pouco mais capitalista. O exemplo mais recente é o Fatality fácil de "Mortal Kombat X" que pode ser feito pressionando apenas dois botões, mas no lugar de fazer um truque, isso agora é cobrado do jogador em forma de microtransação.
    Esse termo, que parece ter saído de um dicionário de 'ecomomiquês', é atualmente a principal forma de fazer jogos Free To Play (grátis para jogar) se tornarem rentáveis. Os pirulitos de "Candy Crush Soda Saga", por exemplo, são comprados em pacotes usando dinheiro real.
    Porém diferente de "Candy Crush Soda Saga", que é grátis para baixar, games com o "Evolve" e "Mortal Kombat X" são pagos (uma pequena fortuna, diga-se de passagem) e usam as microtransações para conseguir um pouco mais de dinheiro dos consumidores.
    Começando com o exemplo mais recente, "Mortal Kombat X", que tem pacotes com 5 Fatalities fáceis que custa R$ 2,50 ou o pacote com 30 que sai por R$ 11.
    Além dos Fatalities fáceis, o jogo possui um outro tipo de microtransação que é vendida nas lojas dos videogames: a liberação do conteúdo secreto, como Brutalities, Fatalities secundários, artes, músicas e mais uma infinidade de bônus que estão escondidos naKripta, um modo de jogo que poderia ser descrito como "caça ao tesouro". Para habilitar todos os itens desse modo, o jogador pode pagar R$ 39 e, literalmente, não ter que jogar esse modo.
    A reclamação por parte dos jogadores é que esse conteúdo que hoje é vendido, antigamente seria um truque - e que as revistas de videogames acabariam divulgando.
    A tabela abaixo mostra como "Mortal Kombat X" pode ficar muito mais caro, caso você pague por todas as microtransações que existem no jogo.

    O PREÇO TOTAL DO "MORTAL KOMBAT X"

    Jogo nos consolesR$ 250
    Pacote de KombateR$ 70
    Desbloqueio da CriptaR$ 39
    Pacote com 5 Fatalities FáceisR$ 2,50
    Pacote com 30 Fatalities FáceisR$ 22
    Sub-Zero Blue SteelR$ 4,50
    GoroR$ 10
    PREÇO TOTALR$ 387
    "Evolve" é outro título recente que está usando e abusando das microtransações para se tornar um pouco mais rentável. Isso vai das roupinhas para personagens, que são vendidas por R$ 4 e a dos monstros que não saem por menos de R$ 6.
    E vem mais por aí: a Turtle Rock, produtora do game, prometeu lançar novos monstros e caçadores no futuro, todos pagos. O único conteúdo grátis de "Evolve" serão os mapas.
    "Ao invés de jogar um monte de boas ideias fora, por que não juntá-las e colocá-las num DLC? O que esperamos é que as pessoas percebam o quanto os caçadores e monstros adicionam ao jogo, e que sintam que isso vale o investimento. Não há nada aqui que force as pessoas a gastar mais dinheiro com o game do que o que acharem confortável”, disse Phil Robb, um dos fundadores da Turtle Rock, em um comunicado no fórum oficial de “Evolve”.
    Assim como "Mortal Kombat X", "Evolve" pode acabar ficando muito mais caro do que os R$ 250 que são cobrados pelo jogo e isso pode ser um dos motivos pela comunidade não ter se engajado tanto com o game. A verdade é que essa prática chegou para ficar nos games para consoles, resta saber se a estratégia de "Mortal Kombat X" vai afetar sua credibilidade perante a comunidade.

    Após 4 anos de testes, "Kerbal Space Program" será lançado na segunda (27)


    A desenvolvedora indie Squad revelou que seu projeto "Kerbal Space Program" finalmente sairá da fase de testes após quatro anos e será lançado oficialmente no próximo dia 27 de abril.
    No game, fãs assumem o controle de um programa de exploração espacial, construindo, lançando e administrando satélites e naves. Os personagens do jogo são os esverdeados Kerbals, que vivem em um universo regido por um sistema bem realista de física.
    Muito difícil por conta de seu realismo, o game tornou-se popular até mesmo entre funcionários da NASA.
    Até o dia do lançamento, os desenvolvedores da Squad revelarão algumas novidades que a versão 1.0 do game trará em seu blog oficial. Uma das adições que a atualização trará é a possibilidade de selecionar Kerbals mulheres.
    "Kerbal Space Program" tem versões para Windows, Linux e Mac.

    INTZ culpa longa viagem por derrota inicial em torneio de "LoL" na Turquia


    Com uma derrota e uma vitória na primeira rodada classificatória do International Wild Card Invitational de "League of Legends", o time brasileiro INTZ terá um dia difícil amanhã (22): com um ponto marcado e quatro partidas pela frente, os jogadores brazucas precisam de mais duas vitórias para avançar para as semifinais na sexta-feira.
    “O cansaço realmente pegou”, disse Micael Rodrigues, o micaO, "Tivemos muito pouco tempo para descansar desde a vitória em Florianópolis no sábado e toda a viagem até aqui".
    Lucas Almeida, um dos sócios-proprietários da INTZ, reconhece que o cansaço e o chamado 'jet lag' atrapalham o desempenho do time: "É a primeira viagem internacional deles", comentou. O horário em Istambul é 6 horas à frente do horário de Brasília.
    "Estavam cansados e não tinham experiência em jogar em uma partida internacional, foi uma soma de fatores que pesou contra a INTZ no primeiro jogo".
    A equipe escolheu um campeão diferente do usual na primeira partida, mas a estratégia para surpreender os australianos da Chiefs não deu certo. Após erros básicos da INTZ nos momentos iniciais, a vitória do time da Oceania se mostrou inevitável.
    Depois disso, a partida seguinte demorou horas para começar - mais tempo do que estava previsto, graças aos atrasos que costumam marcar os campeonatos de "League" - e nesse meio tempo, o time brasileiro desabou, literalmente, dormindo nos sofás e até no chão do estúdio da Riot Games.
    Parece que a soneca surtiu efeito, se não de todo físico, ao menos no estado psicológico da equipe brasileira. Os jogadores enfrentaram o time japonês Focus Me e desde o começo da partida era notável a segurança em comparação ao primeiro jogo.
    "Uma horinha de sono ajudou bastante", disse Gabriel “Revolta". "Fizemos um trabalho com o coach do time, para melhorar a atenção de todos durante o jogo", disse o manager Lucas. "Daí mostramos o jogo da INTZ e conseguimos fazer o que queremos aqui, que é vencer".
    Diante desses resultados, a INTZ precisa garantir pelo menos duas vitórias nas quatro partidas que restam para o time brasileiro: são 3 jogos amanhã e um na quinta-feira (23). Parece que o favoritismo dos brazucas será colocado à prova.
    Para o segundo dia de competição, a INTZ descartou treinos intensos e deve descansar para se acostumar com o horário local. “Tínhamos treinos marcados com times europeus, para aproveitar o ping local, mas já desmarcamos tudo”, contou Lucas. “Queremos nos recuperar para as partidas de amanhã e chegar com a energia interior que o time demonstrou no Brasil”.
    Vale mais do que dinheiro?
    O IWCI 2015 conta com sete participantes, que jogarão partidas classificatórias entre hoje (21) e quinta-feira (23) para decidir quem disputará a taça do torneio na Volkswagen Arena, na frente de 14 mil fãs em Istambul, na Turquia - e milhares de outros ao redor do mundo, acompanhando a grande final através do site da Riot Games.
    O time campeão garante uma vaga no Mid Season Invitacional, campeonato que rola em maio nos EUA com a participação das principais potências do "League": Coréia do Sul, EUA e Europa.
    O torneio na Turquia não paga nenhum prêmio em dinheiro, mas ganhar aqui dá a chance de faturar parte do prêmio de US$ 200 mil nos EUA em maio (US$ 100 mil para o campeão).
    Ganhar aqui também vale voltar para casa com pontos de moral para a próxima temporada do Campeonato Brasileiro de "League of Legends" e mais preparados para futuras competições internacionais.

    Segundo DLC de "The Evil Within" chegou terça (21) às lojas digitais


    O segundo DLC de "The Evil Within", batizado de "The Consequence", chega nessa terça-feira (21) às lojas digitais.
    O conteúdo tem versões para PC, PS4, Xbox One, PS3 e Xbox 360, e custa R$ 20. Ele também está disponível como parte do Passe de Temporada do game, que sai por R$ 40.
    Acabando a história iniciada com "The Assignment", "The Consequence" mais uma vez coloca os jogadores no controle da detetive Juli Kidman, a parceira misteriosa de Sebastian Castellanos. A desventura se passa ao mesmo tempo que a campanha de "Evil Within", e revela mais detalhes dos eventos do game.
    A desenvolvedora Tango Gameworks ainda planeja lançar um terceiro e último DLC, que fará os fãs assumirem a perspectiva do antagonista The Keeper.

    "Shovel Knight" chegou nesta terça dia (21) ao PlayStation e na próxima semana ao Xone


    Já disponível para PC, Nintendo Wii U e Nintendo 3DS, o aclamado jogo independente "Shovel Knight" será lançado hoje (21) para as plataformas PlayStation 3, PS4 e PS Vita.
    De acordo com Larry "Major Nelson" Hryb, o game chegará ao Xbox One na próxima semana, embora não tenha revelado uma data exata. Em geral, a loja das plataformas Xbox é atualizada na quarta-feira, o que indica que o título estaria disponível no dia 29.
    Nas plataformas PlayStation, o jogo trará a função Cross Buy, que garante cópias nas três plataformas na compra de uma versão do título. Além disso, o jogo trará uma participação especial de Kratos, protagonista de "God of War", como um chefe secreto.
    Já no Xbox One, a novidade principal está na presença dos heróis da série Battletoads, da clássica série da Rare para o Nintendinho. Este conteúdo, porém, não estará na versão de lançamento do jogo,sendo disponibilizada por meio de uma atualização futura.
    Lançado em 2014, e inspirado por clássicos como "DuckTales", "Mega Man", "Super Mario Bros. 3" e "Castlevania III", "Shovel Knight" tem um estilo gráfico 8-bit que remete a outros tempos. Ele conta a história de um cavaleiro que, em posse de uma pá, tem como missão derrotar uma feiticeira maligna e salvar sua amada.

    "EA Sports UFC" chegou terça dia (21) para celulares e tablets


    A versão mobile de "EA Sports UFC" já está disponível para download no Brasil, de acordo com a Electronic Arts, em versões para Android eiOS.
    O aplicativo gratuito inclui 70 jogadores de quatro divisões, cada um contando com seus próprios movimentos e ataques característicos. Usuários têm a opção de agilizar seu progresso no game com compras opcionais.
    O jogo ainda permite que fãs participem de todas as lutas de eventos específicos do UFC enquanto eles acontecem, podendo desbloquear recompensas únicas.
    "EA Sports UFC" é compatível com dispositivos iOS com a versão de sistema 7.0 ou superior, e com aparelhos Android 2.3.3 ou superior.

    Ator de "Game of Thrones" estará em "The Witcher 3"


    A CD Projekt RED anunciou nessa terça-feira (21) que o ator Charles Dance, intérprete de Tywin Lannister em "Game of Thrones", atuará como um dos principais personagens de"The Witcher 3: Wild Hunt".
    Trabalhando em um videogame pela primeira vez, Dance assumirá o papel de Emhyr var Emreis, o brutal Imperador de Nilfgaard.
    Emhyr é descrito como um dos mais poderosos homens que aparecem no jogo, e um daqueles que dá missões e objetivos ao protagonista Geralt de Rivia.
    Totalmente em português, "The Witcher 3" sairá em 19 de maio para PC, PlayStation 4 e Xbox One. O game está disponível para pré-compra no Steam por R$ 85; no PS4, por R$ 180; e no Xbox One, por R$ 200.

    "LoL" é um jogo de 5 pessoas, diz jogador com fama de "melhor do Brasil"


    Considerado atualmente o melhor jogador brasileiro de League of Legends, Gabriel “Revolta" Henud (19 anos), não se incomoda com o peso do “título”, mas faz questão de manter a humildade.
    “É um jogo de cinco pessoas”, comenta Revolta, com um jeito simpático e extrovertido, em entrevista. “Você não consegue ser muito bom sozinho, todos jogam em equipe e se um jogador está mal, os outros precisam ajudar se não, o time não funciona”.
    “A gente se completa como um time”, explica Revolta. “A INTZ não é um time de um jogador só”.
    “O ‘título' existe, claro, mas não considero isso uma coisa minha, mas nossa”, diz o caçador da INTZ, que treina no mínimo 10 horas por dia (mais em dias de competição). “Para vencer é preciso dedicação e isso é uma coisa individual. Quanto mais você se esforça, mais alto você vai”.
    A postura meio humilde, meio convencida vale também para o torneio internacional. “Os times que vamos enfrentar me lembram os times brasileiros de 1 ano e meio atrás, como a Pain e a Keyd”.
    Favoritismo brasileiro
    Para Revolta, equipes como Chiefs (Austrália) e Focus Me (Japão) são os melhores de suas regiões, mas com pouca experiência na hora de enfrentar equipes estrangeiras. “Quando você vê os times jogando contra equipes de outros países, consegue perceber os pontos fracos deles, vê como eles se comportam diante de quem eles não conhecem”.
    Mesmo confiante, Revolta reconhece que também é sua primeira experiência em um torneio internacional - e a INTZ já chega apontada pelos comentaristas norte-americanos de “League of Legends” como time favorito ao troféu.
    “Os norte-americanos já conhecem o competitivo brasileiro, já tivemos outros times brasileiros competindo nos EUA”, diz ele sobre o favoritismo. “Mas isso também pode fazer com que os outros times joguem mais pesado contra a gente”.
    A INTZ venceu a primeira etapa do CBLoL em Florianópolis no sábado (18) e embarcou para Istambul no domingo (19). “Só caiu a ficha de que estava vindo para Turquia no avião, de que realmente conseguimos, estacamos vindo competir aqui”.
    Perguntado sobre as chances de vitória, Revolta não esconde o desejo de competir no Mid Season Invitational, que acontece em maio nos EUA. “A gente não parou de treinar, não nos demos folga desde o final do ano passado e vamos continuar nesse ritmo até o final do campeonato… na Flórida”.
    Vale mais do que dinheiro?
    O IWCI 2015 conta com sete participantes, que jogarão partidas classificatórias entre hoje (21) e quinta-feira (23) para decidir quem disputará a taça do torneio na Volkswagen Arena, na frente de 14 mil fãs em Istambul, na Turquia - e milhares de outros ao redor do mundo, acompanhando a grande final através do site da Riot Games.
    O time campeão garante uma vaga no Mid Season Invitational, campeonato que rola em maio nos EUA com a participação das principais potências do “League”: Coréia do Sul, EUA e Europa.
    O torneio na Turquia não paga nenhum prêmio em dinheiro, mas ganhar aqui dá a chance de faturar parte do prêmio de US$ 200 mil nos EUA em maio (US$ 100 mil para o campeão).
    Ganhar aqui também vale voltar para casa com pontos de moral para a próxima temporada do Campeonato Brasileiro de “League of Legends” e mais preparados para futuras competições internacionais.

    Novo jogo 3D de "Hora da Aventura" sairá ainda em 2015


    O popular desenho animado "Hora da Aventura" ganhará um novo game ainda em 2015, com versões para praticamente todas as plataformas atuais.
    "Adventure Time: Finn and Jake Investigations" terá versões para PS4, Xbox One, Wii U, PC, PS3, Xbox 360 e Nintendo 3DS.
    Produzido pela Little Orbit e desenvolvido pela Vicious Cycle Software, o game irá transformar os protagonistas Finn e Jake em investigadores profissionais quando uma série de desaparecimentos misteriosos começa a assustar os habitantes da Terra de Ooo.
    De acordo com a produtora, o jogo misturará cenas de combate com quebra-cabeças.
    Totalmente em 3D, "Finn and Jake Investigations" deverá ser lançado no terceiro trimestre de 2015.

    "Bloodborne" alcança marca de 155 mil cópias digitais vendidas


    De acordo com o instituto de pesquisa SuperData, o RPG"Bloodborne" vendeu cerca de 155 mil cópias digitais em todo o mundo desde seu lançamento, em 24 de março.
    "Enquanto consumidores se acostumam em baixar jogos diretamente para seus consoles, publishers tem começado a notar um aumento na demanda vindo por meio de distribuição digital", indica o instituto. "No total o mercado digital de consoles nos EUA creceu 20% em março comparado ao mesmo mês no ano passado, totalizando US$ 84 milhões em vendas"
    "Battlefield: Hardline", outro grande lançamento de março, também teve uma excelente performance digital, vendendo cerca de 425 mil unidades no PC e consoles.
    Na última terça (14), a Sony havia anunciado que "Bloodborne"havia alcançado a marca de 1 milhão de cópias vendidas em 5 de abril, dez dias após seu lançamento oficial. Em comparação, "Dark Souls II" chegou a 1 milhão de unidades em três semanas, sendo que estava disponível para PS3 e Xbox 360 neste período.

    Sangue ruim
    "Bloodborne" conta a história de um aventureiro em sua jornada até a cidade gótica de Yharnam, um lugar famoso por abrigar remédios e curas para as mais diversas doenças e aflições.
    Ao chegar nos portões, no entanto, o protagonista descobre que os habitantes da cidade viraram monstros, dispostos a aniquilar qualquer um que se aproxime.
    Exclusivo do PS4, "Bloodborne" tem dublagem, legendas e menus em português.
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